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18 de Agosto de 2018

O fracasso das esquerdas na gestão do Brasil

Ernesto Caruso, Administrador
Publicado por Ernesto Caruso
há 7 meses

Ernesto Caruso

O jogo político ao final do governo Figueiredo, 1984, levou o senador José Sarney da ARENA, partido da situação, para o PMDB e ser candidato a vice na chapa com Tancredo Neves. Eleitos de forma indireta; falecimento de Tancredo; posse de Sarney.

Ora, o MDB abrigava a oposição, a incluir as várias correntes de esquerdistas ou que se afinavam e contavam com o apoio do Partido Comunista Brasileiro. Apoio recíproco, pois que os comunistas impunham as suas pautas aos candidatos nos vários níveis. Os ministros nomeados por Sarney seriam os de Tancredo com seus compromissos.

Já de algum tempo adentravam ao Congresso Nacional e às Câmaras de Deputados estaduais os comunistas/socialistas eleitos pelas siglas existentes, pois que o partidos comunista estava na ilegalidade. Um grande número de intelectuais do PCB se abrigou no Partido dos Trabalhadores, outros militantes no PMDB e PDT.

Pensar que muitos desses intelectuais concordavam com o manifesto do PCB quanto ao confisco e nacionalização dos bancos, empresas industriais, propriedades, serviços públicos, etc.

A ilegalidade do PCB caiu no início do governo Sarney, 05/03/1985, como parte do compromisso, quando Fernando Lyra era ministro da Justiça com a publicação no Diário Oficial, em 08/05/1985, do seu programa, estatuto e manifesto.

A Emenda a Constituição/1969 de nº 25, de 16/05/1985, além da alteração no Art. 152, sobre a organização dos partidos, acatou o voto do analfabeto, suspendeu a proibição de coligações partidárias (balaio de gatos que se viu e se vê) e aumentou de 420 para 480 deputados. Hoje, são 513, limitados por lei completar e não pela Constituição/1988. Nos Estados Unidos, são 435.

A partir de então, a infiltração comunista sempre presente nos sindicatos, movimento estudantil, igrejas e, em vários órgãos da imprensa, passou aparelhar e solapar o Estado, no ébrio processo de desconstrução.

O ápice do projeto malévolo ocorreu com ascensão do lulopetismo ao poder no mix entre a ideologia, muito bem aproveitada e aprofundada pelos marxistas e/ou corruptos embutidos nos partidos coligados (mensalão e petrolão), empresários da pior espécie e governantes/ditadores da vizinha Pátria e da África.

A citar como fratura principal a Unidade Nacional, quer na base territorial, quer em vários aspectos psicossociais. O Berço Esplêndido, exultante expressão do Hino Nacional, tem sido fatiado em reservas indígenas pelo super-poder da FUNAI com respaldo do Supremo Tribunal Federal, como foi na criação da Reserva Raposa Serra do Sol em Roraima. Relator o ex-ministro Ayres Brito.

Uma aberração na demarcação continua nas áreas das reservas juntando pedaços de tribos (194 comunidades), estimuladas como nações indígenas, que juntando com a reserva Yanomami mutilaram aquele Estado da federação com menos 40% do que era, prejudicando a sua economia e propiciando latente ameaça à soberania nacional, na faixa de fronteira, agravada devido à reserva indígena de mesmo nome na Venezuela. Atenuantes se devem às 18 restrições propostas pelo falecido ministro Carlos Alberto Direito e acatadas pelos colegas da Suprema Corte.

As programadas invasões de fazendas no Mato Grosso do Sul pelos indígenas mantém o foco do confronto (índios e não índios) e a intenção desconstrutiva.

No mesmo viés, outras contendas de cunho pessoal são incrementadas, devidas à cor da pele, religião, poder aquisitivo, posição geográfica de nascença, grau de instrução, gênero, opção sexual, etc. Luta de classes como repugnante tempero marxista. Nunca dantes vistas e vividas por gerações que se respeitavam no convívio social, pobres e ricos.

As propriedades eram invioláveis, favela era só residência de gente mais pobre, os muros das frentes das casas eram baixos, os moradores podiam repousar e conversar à sombra nas calçadas com a tranquilidade que lhes surrupiaram os governos do “tudo pelo social”, da administração participativa, da esquerda Perrier, Romanée-Conti e Sorbonne.

Surgiram carro blindado, roubo de carga, cerca elétrica, grades nos prédios e até nas igrejas, banco explodido, reféns nos assaltos a bancos, dentista queimada por “di menor”, cracolândia.

Nada igual a Itaipu para produzir energia elétrica mais barata do que a produzida por termoelétricas, mais cara, poluentes e ao gosto dos produtores de petróleo.

O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA 2015) mostra a posição do Brasil dentre 72 nações: 66ª em matemática, 63ª em ciências e 59ª em leitura.

A falência dos Estados que nem conseguem pagar os salários dos funcionários, fruto da má administração e corrupção tipo Rio de Janeiro, desde Brizola em decadência. Disputa eleitoral sem a presença da direita já foi exaltada por Lula e, FHC já disse, “Nossas diferenças com o PT são muito mais em relação à disputa de poder do que sobre ideologia”. Três décadas em declínio.

Admiradores de Fidel, Chávez/Maduro. Pobre Cuba e infeliz Venezuela.

https://www.youtube.com/watch?v=Q3hV3u0Zd4I

3 Comentários

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Pois é Ernesto, já tiveram a chance de governar por muito tempo, e só pioraram a situação, estão querendo fazer isso aqui aos poucos virar uma china ou uma Coréia do Norte, escravos de um governo, e não governo do povo, a legítima democracia, estamos cada vez mais afundados nisso, espero conseguirmos mudar essa situação, pois estamos ficando sem tempo. continuar lendo

Não há fracasso das esquerdas na gestão do pais, nem das direitas e muito menos do centro.
Embora alguns políticos vistam os manequins acima, não há no espectro político brasileiro conteúdo suficiente para categorizar a maioria ou talvez qualquer dos partidos atuais.
Há sim um imenso fracasso na gestão do país acarretado pelos políticos de maneira geral. continuar lendo

O fracasso das esquerdas por ser explicado pelos princípios e líderes contraditórios que eles cultuam, Karl Marx falava em luta de classes, nunca entrou em uma fábrica ou foi verificar as condições de vida no campo mas sempre foi amigo de Engels que veio da alta burguesia. Che Guevara era médico e portanto tinha compromisso sob o juramento de Hipócrates em salvar vidas mas tinha enorme prazer quando sentia o cheiro do sangue de suas vítimas. No Brasil pregavam que eram amigos dos pobres mas sempre aprovaram leis para multi nacionais do setor automobilístico (lembram das greves) banqueiros e grandes construtoras. Sempre vimos intelectuais nas esquerdas mas nunca vimos alguém que gerasse empregos para os pobres. Na boa administração os resultados aparecem quando falamos e cumprimos com competência, já as esquerdas não assinaram a Constituição de 1988 mas se dizem DEMOCRÁTICOS. continuar lendo